quinta-feira, 16 de outubro de 2008

AVALIAÇAO.


Avaliação dos professores -
A opinião de uma advogada




Já que muitos jornalistas e comentadores defendem e compreendem o modelo proposto para a avaliação dos docentes, estranho que, por analogia, não o apliquem a outras profissões (médicos, enfermeiros, juízes, etc.).

Se é suposto compreenderem o que está em causa e as virtualidades deste modelo, vamos imaginar a sua aplicação a uma outra profissão, os médicos.

A carreira seria dividida em duas:

Médico titular (a que apenas um terço dos profissionais poderia aspirar) e Médico.

A avaliação seria feita pelos pares e pelo director de serviços. Assim, o médico titular teria de assistir a três sessões de consultas, por ano, dos seus subordinados, verificar o diagnóstico, tratamento e prescrição de todos os pacientes observados. Avaliaria também um portefólio com o registo de todos os doentes a cargo do médico a avaliar, com todos os planos de acção, tratamentos e respectiva análise relativa aos pacientes.

O médico teria de estabelecer, anualmente os seus objectivos: doentes a tratar, a curar, etc.
A morte de qualquer paciente, ainda que por razões alheias à acção médica, seria penalizadora para o clínico, bem como todos os casos de insucesso na cura, ainda que grande parte dos doentes sofresse de doença incurável, ou terminal. Seriam avaliados da mesma forma todos os clínicos, quer a sua especialidade fosse oncologia, nefrologia ou cirurgia estética...

Poder-se-ia estabelecer a analogia completa, mas penso que os nossos 'especialistas' na área da educação não terão dificuldade em levar o exercício até ao fim.

A questão é saber se consideram aceitável o modelo?

Caso a resposta seja afirmativa, então porque não aplicar o mesmo, tão virtuoso, a todas as profissões?

Será???!!!

Já agora...

Poderiam começar a 'experiência' pela Assembleia da República e pelos (des)governantes...

terça-feira, 14 de outubro de 2008

hexagono de heternonimos (complemento solidario do bom-senso)


Mas o gajo está parvo ou faz-se?....

O que é ele vai aprontar a seguir?...

Mas o gajo está parvo ou faz-se?
Ele que tenha calminha que se não ponho-me a contar tudo o que sei ... aqui neste meu cantinho. E espero que as sonecas e as digestoes que ele fez (bom, se teve indigestões, pior para ele),mas a coisa é pior do que eu pensava.
XIÇAAA !!!

O que é virá a seguir?

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

CREME DE DESAPARECER




A sua mão aproximou-se de algo frio e suave. Tirou um pequeno frasco azul escuro com uma tampa preta. Num rótulo branco estava escrito “ CREME DE DESAPARECER”.
Ficou a olhar para esta s palavras durante muito tempo a tentar perceber o seu significado…
Lá dentro estava um creme branco, espesso mas cuja superfície era suave. Nunca tinha sido usado.
Enfiou a ponta do indicador no creme. Era frio. Não aquele frio agreste e violento do gelo, mas um frio envolvente suave e macio…
Tirou o dedo e gritou surpreendido. A ponta do dedo tinha desaparecido! Tinha desaparecido completamente!
Enroscou a tampa e foi a correr para o quarto. Precisava de pensar…

se calhar já nascemos com um papelinho na mão....


Espera-se para tudo, somos feitos não de carne, de paciência, se calhar já nascemos com um papelinho na mão. Retire aqui o seu bilhete e aguarde a sua vez. Aguardo a minha vez. Desde que me conheço que aguardo a minha vez


Tanto silêncio nesta casa e tanta voz que me fala. Da janela vejo as mulheres que sobem a rua levando os sacos do supermercado. A rua é inclinada e elas devagarinho passeio acima, com os tendões dos braços saídos, os tendões do pescoço saídos, o cabelo a tremer. Porque razão me comovem na manhã suja, outonal, de setembro? As árvores começam a perder as folhas, pombos por aqui e por ali, vários cinzentos feios nas nuvens. Um par de homens a consertarem não sei quê num buraco. Deve ser isto o que as pessoas chamam vida e, se é isto, que miséria: ninguém sorri. Tenho de ir aos Correios buscar livros da América, de França, do raio que o parta: tira-se um papelinho com um número, espera-se entre gente que espera. Da última vez tirei o número 65, ia a procissão no 12. Fico séculos para ali, a olhar. Espera--se para tudo, somos feitos não de carne, de paciência, se calhar já nascemos com um papelinho na mão. Retire aqui o seu bilhete e aguarde a sua vez. Aguardo a minha vez. Desde que me conheço que aguardo a minha vez. A minha vez de quê? E lá fora uma chuvinha sem peso. Um princípio não bem de frio, de desconforto.
– O que fazes no mundo, António?
– Aguardo a minha vez.
Uma senhora de papelinho para outra de papelinho
– Já não estou cá a fazer nada e na época em que estava cá a fazer alguma coisa o que fazia? Emprego – marido – filhos – reforma – netos e agora varizes – coração – diabetes – ossos, este alto no pescoço. Amanhã análises no hospital, outro papelinho com um número, depois do papelinho da consulta em que ouviu
– Não gosto do seu alto e o doutor a escrever, a arrancar a página, a estender-lha
– Precisamos de uns examezinhos.
A outra senhora
– Que direi eu com os miomas e uma conversa densa de afluentes, sub-afluentes e lagoas acerca de pontadas, desconfortos, cólicas, o marido às voltas com a próstata, a pingar toda a noite. A do alto no pescoço
– Molha-me o pijama todo e a que não tem alto enviuvou: uma coisa no pâncreas resolveu-lhe o matrimónio em três meses e enfiou-lhe, em lugar de uma, duas alianças no dedo:
– Mandei apertar a dele para não me cair de modo que traz o que resta do marido ali. Ficam ambas a olhar as alianças, num interesse melancólico. O falecido cobrador do gás, grande, forte
– Vendia saúde deve tê-la vendido toda e quando precisou de comprar não achou nas retrosarias, ele que a possuía aos montes.
– Nunca faltou ao trabalho insistia a viúva, de tal maneira a saúde era inclemente e excessiva e parece que o amor ao medronho também, a calcular por referências laterais respeitantes ao facto de aos sábados à noite abrir a porta de casa a pontapé
(– Levava tudo à frente)e acabar de gatas na cozinha a vomitar a alma. Fora isso era um cordeirinho
– Fora isso era um cordeirinho bom esposo, bom pai, bom amigo, bom avô, até bom genro
– Até bom genro, calcule sempre pronto a ajudar, sem amantes.
– Já lhe chegava o vinho sugeriu a outra e a conversa amorteceu porque a viúva não gostou da insinuação e além disso o número dela aproximava-se. O problema era que o número anterior, um rapaz de bigode, trazia cinquenta cartas para registar, e nós todos, os que esperávamos, pensámos num julgamento sumário com condenação à forca e execução imediata, sem possibilidade de apelo ou recurso. Os restantes balcões de atendimento achavam-se vazios dado que as empregadas discutiam o gel nas unhas de uma colega que exibia dez navalhas escarlates na ponta dos dedos. O gel foi aprovado por unanimidade e exclamações e fiquei a saber que a proprietária das navalhas se chamava Suzete Mendonça e o namorado a queria sensual
– Como as actrizes porno precisou uma de óculos e cachucho de pechisbeque no indicador e as colegas deu-me a ideia de acharem bem, mudando a linha do debate para cintos de ligas e artigos correlativos até voltarem, com um suspiro de penitentes, às suas cadeiras, onde ficavam minutos compridos a meditar nos cintos, esquecidas de nós, enquanto a que se chamava Suzete Mendonça estudava os apêndices com orgulho, a viúva rodava a aliança, saudosa do bom genro e eu principiava a zangar--me com o facto de ser tão traduzido, decidindo romper o contrato com a minha agência e imaginando a que se chamava Suzete Mendonça em atitudes sensuais, difíceis de conseguir numa criatura tão magra e com um quisto sebáceo na testa. Mas podia ser que o gel anulasse o quisto e incendiasse o namorado, com a ajuda do piercing que trazia na língua, uma esfera cromada do tamanho de uma bola de pingue-pongue que a obrigava a uma pronúncia de sopinha de massa. Daqui a quantos anos chegará a sua altura de já não estar cá a fazer nada? Das análises no hospital? Do médico
– Não gosto do seu alto? das unhas de gel uma recordação perdida? Do divórcio, da reformazinha que aumentava os dias do mês? Do cinto de ligas no lixo? Do namorado a queixar-se do pâncreas? Toda a existência termina com a frase
– Precisamos de uns examezinhos e uma senha de papel num laboratório de análises onde Suzetes Mendonças ainda por nascer demorarão a atendê-la, discutindo meias de rede e poses sensuais.
A.Lobo Antunes- Crónicas

domingo, 12 de outubro de 2008

sábado, 11 de outubro de 2008

Serve,a carapuça?

sem título


Trabalhamos para uma “rainha”.
Somos vigiados por alguns soldados.
Falamos apenas o necessário com os outros, está tudo na ordem!

Mas só até alguma coisa chegar e abalar o nosso “formigueiro”...
Mas também somos persistentes e mudamos de lugar, onde poderemos construir tudo novamente.
Destruímos isso e aquilo, estes e aqueles, com isto e mais isto, para tudo voltar ao normal? Para que tudo fique na ordem ?

ABAIXO-ASSINADO


PROFESSORES EXIGEM
A REVOGAÇÃO DO “ECD do ME”


Os Professores e Educadores abaixo-assinados, exigem a revogação do actual estatuto da carreira docente
– ECD do ME – imposto contra tudo e todos, na sequência de um processo aparentemente negocial, dada a quantidade de reuniões realizada, mas no qual o Ministério da Educação recusou alterar o que de mais negativo apresentou logo na primeira reunião: a fractura da carreira, um regime de avaliação do desempenho sem conteúdo pedagógico, a existência de uma prova de ingresso na profissão, uma carreira ainda mais longa. Um estatuto para o qual verteram, ainda, algumas das medidas mais negativas impostas no âmbito da Administração Pública, tais como o roubo do tempo de serviço ou o agravamento dos requisitos para a aposentação. Face a esta situação, os docentes exigem a revogação do ECD do ME e a aprovação de um ECD que dignifique e valorize a profissão docente. Um verdadeiro Estatuto que:

- Consagre a existência de apenas uma categoria de Professor;

- Garanta a contagem integral de todo o tempo de serviço prestado;

- Estabeleça um modelo de avaliação pedagogicamente construído, tendo em conta a especificidade do exercício profissional da docência;

- Valorize a componente lectiva, expurgando do horário dos docentes os cada vez maiores tempos destina- dos a tarefas burocráticas e outras actividades sem interesse pedagógico;

- Elimine todos os mecanismos criados para afastar da profissão, docentes que são necessários às escolas,designadamente a espúria prova de ingresso.

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Dia de ELIMINAÇÃO



Eliminar/Carine
Eliminar/Rio São Francisco
Eliminar/Luiz da Guia
Eliminar/Manoel Mariano da Silva
Eliminar/Usuário:200.253.253.23
Eliminar/Parque dos Miúdos
Eliminar/Roque (Ponta Delgada)
Eliminar/Figueiras (Lousada)
Eliminar/Guia de consulta rapida
Eliminar/Hermes Trimegistus
Eliminar/Municípios_com_problemas
Eliminar/Moral judaico-crista
:Eliminar/Portuguese Diamond
Eliminar/PROGESA
:Eliminar/MediaWiki User's Guide: Searching for pages
Eliminar/Guerra de Secessão
Eliminar/Security engineering
Eliminar/Flecha do tempo da agricultura e da Tecnologia de Alimentos
Eliminar/Wikipedia:Administradores recentes
:Eliminar/Denotação semântica
:Eliminar/Gato doméstico (errado)
:Eliminar/Distribuições
8. Wikipedia:Eliminar/Criando seu site
:Eliminar/Livre-arbítrio
10. Wikipedia:Eliminar/Leilão
:Eliminar/Luneta astronómica
12. Wikipedia:Eliminar/Macaco-Prego
13. Wikipedia:Eliminar/Morihei Ueshiba
:Eliminar/Museu da Inconfidência
:Eliminar/Nome de Deus no judaísmo
16. Wikipedia:Eliminar/Ocupação romana das ilhas britânicas
Eliminar/Ordem Militar de Santiago
:Eliminar/Otomanos
:Eliminar/Racionalismo gnosiológico
21. Wikipedia:Eliminar/Invasão
:Eliminar/Racionalismo metafísico
23. Wikipedia:Eliminar/Racionalismo psicológico
24. Wikipedia:Eliminar/Sistema endócrino
:Eliminar/Windows 1.0
26. Wikipedia:Eliminar/Aarao Reis
27. Wikipedia:Eliminar/Alceu Valença
28. Wikipedia:Eliminar/Brasilês
:Eliminar/Brasão de armas
30. Wikipedia:Eliminar/Cangaço
:Eliminar/Cavalo de Tróia
33. Wikipedia:Eliminar/Centro Acadêmico Cândido de Oliveira
34. Wikipedia:Eliminar/Origem da escrita
:Eliminar/Clima Tropical
36. Wikipedia:Eliminar/Cosmoética
Eliminar/Cultura da Inglaterra
38. Wikipedia:Eliminar/Don Quixote de La Mancha
:Eliminar/Ecstasy
:Eliminar/Expressionismo Alemão
42. Wikipedia:Eliminar/Faculdade Nacional de Direito
:Eliminar/Fado de Quissamã
:Eliminar/Galba
46. Wikipedia:Eliminar/Gasóleo
:Eliminar/Equidade
:Eliminar/Geografia da Turquia
:Eliminar/Geografia de Israel
50. Wikipedia:Eliminar/Guerra ao Terrorismo
51. Wikipedia:Eliminar/Guerra da Barba
:Eliminar/História da Austrália
53. Wikipedia:Eliminar/História da Bósnia-Herzegovina
:Eliminar/História da Estónia
55. Wikipedia:Eliminar/História da República Dominicana
56. Wikipedia:Eliminar/História das Américas
:Eliminar/Igreja Universal do Reino de Deus
58. Wikipedia:Eliminar/Introdução à engenharia de software
59. Wikipedia:Eliminar/Repúblicas Bálticas
:Eliminar/Roteirista
:Eliminar/Régua de cálculo
:Eliminar/Security engineering
:Eliminar/História da Bósnia-Herzegovina
:Eliminar/Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias
:Eliminar/Terapia ocupacional
Eliminar/Tucídides
Eliminar/Teste de Turing
:Eliminar/Nobélio
Eliminar/Partido Republicano Paulista
Eliminar/Paul Klee
:Eliminar/Período Meiji
Eliminar/Porto de Belém
Eliminar/Termoquímica
Eliminar/Direito internacional do meio ambiente
:Eliminar/Políticas E Normas

Onde será isto?


DÁ-SE UMA GRELHA PARA QQ TIPO DE GRELHADO( interior ou exterior;valido ou invalido; perene ou caduca))

Primeiro ou penultimo argumento?

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Este filme é Português?


Erro faz vinho sair pelas torneiras numa cidade italiana
Moradores da cidade italiana de Marino, na região central do país, foram surpreendidos com o que parecia ser um milagre: das torneiras de suas casas começou a jorrar vinho branco, em vez de água...

O inusitado incidente ocorreu no último domingo, durante a abertura da 84ª edição da Festa da Uva de Marino – a mais famosa festividade do estilo no país.

Tradicionalmente, para marcar o início da Festa, milhares de moradores fazem uma contagem decrescente à volta da Fonte dei Quattro Mori, no centro da cidade, para ver a «transformação da água em vinho», quando a fonte passa a jorrar, ao invés de água, uma boa qualidade de vinho branco.

Todos os anos, a Fonte é abastecida com barris de três mil litros de vinho para garantir o sucesso das celebrações. No entanto, os responsáveis pelo abastecimento das fontes de água espalhadas pelas ruas da cidade giraram a alavanca errada no momento da abertura da Festa e, em vez de enviarem vinho para a Fonte, mandaram a bebida para casas da cidade.

Algumas donas de casa de Marino – que possui cerca de 40 mil habitantes – estranharam o odor familiar que saía das torneiras e foram as primeiras a notar que não se tratava de água.

Uma moradora estranhou o cheiro quando limpava o chão de sua casa. Mas não reclamou, porque considerou o odor agradável. O mesmo ocorreu noutros condomínios.

Muitos acreditaram tratar-se de um milagre da Virgem do Rosário, a padroeira da Festa da Uva mais famosa da Itália.

Sem saber o que se passava nas casas, milhares de moradores, que aguardavam ansiosos a abertura das festividades com copos de plástico nas mãos, decepcionaram-se ao ver jorrar da Fonte nada mais do que água.

As autoridades avisaram que o problema seria solucionado o mais rápido possível e, depois de dez minutos, o vinho começou a jorrar da Fonte normalmente.

Segundo o presidente da câmara de Marino ainda não se sabe a quantidade exacta de vinho que foi desperdiçada.
De acordo com ele, o incidente ocorreu devido a uma falha humana, que deve ser minimizada.
«Foi um erro técnico não previsto, que acabou por se transformar numa coisa simpática para as pessoas», disse o presidente à BBC Brasil.
«É uma coisa que pode acontecer, porque o trabalho é todo feito manualmente», afirmou.
"Resolvemos tudo em poucos instantes sem gerar qualquer problema para quem estava na festa e para quem ficou em casa naquele momento", disse Palozzi

Vai uma "Empanadita" de...????


de que te parece?

1,50 E por cada levantamento ATM??? assinem a petiçao


http://www.petitiononline.com/bancatms/petition.html

Os jornalistas são tão-pouco "compreensiveis"...


Empresa do "Magalhães" arguida em processo de fraude fiscal


A empresa de informática J.P. Sá Couto, produtora do computador Magalhães, revelou ser arguida num processo de fraude fiscal relativo a 2000 e 2001 em que o Estado português lhe exige perto de 72 mil euros.

Em comunicado assinado pelo presidente do conselho de administração, Jorge Sá Couto, a empresa de Matosinhos adianta que é ainda arguido no processo um dos seus administradores, sendo reclamados pelo Estado 71.620,54 euros.

"Esta notícia é pública há vários anos, tendo sido publicada na comunicação social nessa altura", refere a J.P. Sá Couto, salientando ter, "oportunamente", entregue a sua "contestação" e aguardar agora "serenamente o desfecho do julgamento".

Afirmando a sua "plena convicção de que a verdade será reposta", a empresa garante que, nos seus 19 anos de actividade, "tem sido um modelo de contribuinte exemplar".

Acrescenta ainda que, "aquando do acontecimento, foram informados todos os fornecedores e entidades bancárias dos factos em causa".

Segundo foi hoje noticiado pela Rádio Renascença, a J.P. Sá Couto e o seu administrador João Paulo Sá Couto (irmão de Jorge Sá Couto) é acusada da prática dos crimes de associação criminosa e de fraude fiscal, juntamente com mais 39 arguidos.

Em causa estará um "mega fuga e fraude ao IVA" no ramo da informática, num esquema vulgarmente designado por "fraude carrossel" em que a empresa de Matosinhos alegadamente assumiria a posição de elo final.

Neste esquema, os mesmos bens são sucessivamente transmitidos, em círculo, entre diversos operadores sedeados em pelo menos dois Estados da União Europeia, não sendo o valor do IVA devido entregue por pelo menos um operador no seu país.

Nos termos da acusação, citada pela Renascença, a J.P. Sá Couto terá tido como contrapartida um lucro de cerca de 4% sobre o valor da mercadoria facturada.

Ainda segundo a Renascença, acoplado à acção penal estará um pedido civil em que o Estado português reclama mais de 5 milhões de euros, acrescido de juros de mora.
Estatísticas



t

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

O que é estar aqui assim, a Postar?


"(...) penso no absurdo de escrever. De estar a escrever quando podia estar com os amigos, ir ao cinema, ir dançar que é uma coisa de que gosto... mas não, um tipo está ali e é um bocado esquizofrénico. (...) Há sempre uma parte subterrânea nas obras de arte impossível de explicar. Como no amor. Esse mistério é, talvez seja, a própria essência do acto criador. (...) Quando criamos é como se provocássemos uma espécie de loucura, quando nos fechamos sozinhos para escrever é como se nos tornássemos doentes. A nossa superfície de contacto com a realidade diminui, ali estamos encarcerados numa espécie de ovo... só que tem de haver uma parte racional em nós que ordene a desordem provocada. A escrita é um delírio organizado."

sábado, 4 de outubro de 2008

OBELHA XONÉ

S E E U S O U U M A B R O A,


.... TU ÉS UMA F A N E C A !!!!!!!

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

ISTO DE GOSTAR DE ALGUÉM (vale bem ser lido..)


ISTO DE GOSTAR DE ALGUÉM


"Esta coisa de gostar de alguém não é para todos e, por vezes – em mais casos do que se possa imaginar – existem pessoas que pura e simplesmente não conseguem gostar de ninguém. Esperem lá, não é que não queiram – querem! – mas quando gostam – e podem gostar muito – há sempre qualquer coisa que os impede. Ou porque a estrada está cortada para obras de pavimentação. Ou porque sofremos de diabetes e não podemos abusar dos açucares. Ou porque sim e não falamos mais nisto. Há muita gente que não pode comer crustáceos, verdade? E porquê? Não faço ideia, mas o médico diz que não podemos porque nascemos assim e nós, resignados, ao aproximar-se o empregado de mesa com meio quilo de gambas que faz favor, vamos dizendo: “Nem pensar, leve isso daqui que me irrita a pele”.

Ora, por vezes, o simples facto de gostarmos de alguém pode provocar-nos uma alergia semelhante. E nós, sabendo-o, mandamos para trás quando estávamos mortinhos por ir em frente. Não vamos.. E muitas das vezes, sabendo deste nosso problema, escolhemos para nós aquilo que sabemos que, invariavelmente, iremos recusar. Daí existirem aquelas pessoas que insistem em afirmar que só se apaixonam pelas pessoas erradas. Mentira. Pensar dessa forma é que é errado, porque o certo é perceber que se nós escolhemos aquela pessoa foi porque já sabíamos que não íamos a lado nenhum e que – aqui entre nós – é até um alívio não dar em nada porque ia ser uma chatice e estava-se mesmo a ver que ia dar nisto. E deu. Do mesmo modo que no final de 10 anos de relacionamento, ou cinco, ou três, há o hábito generalizado de dizermos que aquela pessoa com quem nós nos casámos já não é a mesma pessoa, quando por mais que nos custe, é igualzinha. O que mudou – e o professor Júlio Machado Vaz que se cuide – foram as expectativas que nós criamos em relação a ela. Impressionados?

Pois bem, se me permitem, vou arregaçar as mangas. O que é díficil – dizem – é saber quando gostam de nós. E, quando afirmam isto, bebo logo dois dry martinis para a tosse. Saber quando gostam de nós? Mas com mil raios, isso é o mais fácil porque quando se gosta de alguém não há desculpas nem “ ai que amanhã não dá porque tenho muito trabalho”, nem “ ai que hoje era bom mas tenho outra coisa combinada” nem “ ai que não vi a tua chamada não atendida”.

Quando se gosta de alguém – mas a sério, que é disto que falamos – não há nada mais importante do que essa outra pessoa. E sendo assim, não há sms que não se receba porque possivelmente não vimos, porque se calhar estava a passar num sítio sem rede, porque a minha amiga não me deu o recado, porque não percebi que querias estar comigo, porque recebi as flores mas pensava não serem para mim, porque não estava em casa quando tocaste.

Quando se gosta de alguém temos sempre rede, nunca falha a bateria, nunca nada nos impede de nos vermos e nem de nos encontrarmos no meio de uma multidão de gente. Quando se gosta de alguém não respondemos a uma mensagem só no final do dia, não temos acidentes de carro, nem nunca os nossos pais se sentiram mal a ponto de nos impossibilitarem o nosso encontro. Quando se gosta de alguém, ouvimos sempre o telefone, a campaínha da porta, lemos sempre a mensagem que nos deixaram no vidro embaciado do carro desse Inverno rigoroso. Quando se gosta de alguém – e estou a escrever para os que gostam - vamos para o local do acidente com a carta amigável, vamos ter com ela ao corredor do hospital ver como estão os pais, chamamos os bombeiros para abrirem a porta, mas nada, nada nos impede de estar juntos, porque nada nem ninguém é mais importante, do que nós."

o dece-pedo! ...de quem?


No reinado de D. Afonso V feriu-se a batalha de Toro, entre Portugueses e Castelhanos. O nosso rei julgava-se com direito à coroa de Castela, pelo seu noivado com a filha de Henrique IV. Os Castelhanos venceram os Portugueses, numa lutarenhida, em que se distinguiu D. Duarte de Almeida, que só largou a bandeira quando lhe deceparam os dois braços»

o primeiro que falar é.....?

Já o Padre Américo dizia:


"Os rapazes são BONS no fundo; as Mulheres em TODA A PARTE!"

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

inquérito


Está numa escola sozinha e vê um professor que lhe agrada...
>Fico vermelha e evita olhar na sua direcção para não cruzar os olhares
>Sorrio-lhe mas não me meto directamente com ele
>Vou ter com ele, apresento-me e ofereço-lhe um dossier


(Avançar)

aprendam línguas


Portugueses, aprendam línguas e continuem a saga: emigrem.

morto
familiar
lindo
justo
dourado
distante
caro
maravilhoso
inútil
gordo
suave
preocupado
pessoal
agradável
fraco
satisfeito