quarta-feira, 22 de outubro de 2008

..então: CONGRATULATIONS!!!!

receita facil....


Fiz e foi um êxito!!!!
Óptima e rápida para fazer em dias de festa...
BOM APETITE...
RECEITA DE FRANGO COM WHISKY...

Ingredientes:
- 1 garrafa de whisky (do bom claro!) Cardhu, Monkeys 20 anos, James Martin 30 anos,...
- 1 frango de aproximadamente 2 kg
- sal, pimenta e ervas de cheiro a gosto
- 150 ml de azeite Virgem
- nozes moídas qb

Modo de preparar:
- pegue no frango
- beba um copo de whisky
- envolva o frango com sal, pimenta e as ervas
- barre com azeite.
- beba outro copo de whisky

- pré-aqueça o forno aproximadamente 10 minutos.
- sirva-se de uma boa dose (caprichada) de whisky enquanto aguarda.
- use as nozes moídas como aperitivo
- coloque o frango numa assadeira grande.
- sirva-se de mais duas doses de whisky.


- Axustar o terbostato na marca 3 , e debois de uns vinch binutos,botar para
assassinar. - digu: assar a ave.
- Derrubar uma dose de whisky debois de beia hora, formar abaertura
egontrolar a assadura do bicho.

- Tentar zentar na gadeira, servir-se de uoooooooootra dose sarada de whisky.
- Cozer(?), costurar(?), cozinhar, sei lá, voda-se o vrango.
- Deixáááá o filho da buta do pato no vorno por umas 4 horas.
- Tentar retirar o vrango do vorno. Num vai guemar a mão, dasss!
- Mandar mais uma boa dose de whisky pra dentro . De você,é claro.
- Tentar novamente tirar o sacana do gansu do vorno, porque na primeira
teenndadiiiva dããão deeeeuuuuuu.

- Begar o vrango que gaiu no jão e enjugar o filho da buta com o bano de jão
e cologá-lo numa pandeja ou qualquer outra borra, bois avinal você nem
gosssssssssta muito desse adimal mesmo.

- Tá Bronto.

Receita fácil....

ALOOÔ ??????

terça-feira, 21 de outubro de 2008

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

sábado, 18 de outubro de 2008

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

AVALIAÇAO.


Avaliação dos professores -
A opinião de uma advogada




Já que muitos jornalistas e comentadores defendem e compreendem o modelo proposto para a avaliação dos docentes, estranho que, por analogia, não o apliquem a outras profissões (médicos, enfermeiros, juízes, etc.).

Se é suposto compreenderem o que está em causa e as virtualidades deste modelo, vamos imaginar a sua aplicação a uma outra profissão, os médicos.

A carreira seria dividida em duas:

Médico titular (a que apenas um terço dos profissionais poderia aspirar) e Médico.

A avaliação seria feita pelos pares e pelo director de serviços. Assim, o médico titular teria de assistir a três sessões de consultas, por ano, dos seus subordinados, verificar o diagnóstico, tratamento e prescrição de todos os pacientes observados. Avaliaria também um portefólio com o registo de todos os doentes a cargo do médico a avaliar, com todos os planos de acção, tratamentos e respectiva análise relativa aos pacientes.

O médico teria de estabelecer, anualmente os seus objectivos: doentes a tratar, a curar, etc.
A morte de qualquer paciente, ainda que por razões alheias à acção médica, seria penalizadora para o clínico, bem como todos os casos de insucesso na cura, ainda que grande parte dos doentes sofresse de doença incurável, ou terminal. Seriam avaliados da mesma forma todos os clínicos, quer a sua especialidade fosse oncologia, nefrologia ou cirurgia estética...

Poder-se-ia estabelecer a analogia completa, mas penso que os nossos 'especialistas' na área da educação não terão dificuldade em levar o exercício até ao fim.

A questão é saber se consideram aceitável o modelo?

Caso a resposta seja afirmativa, então porque não aplicar o mesmo, tão virtuoso, a todas as profissões?

Será???!!!

Já agora...

Poderiam começar a 'experiência' pela Assembleia da República e pelos (des)governantes...

terça-feira, 14 de outubro de 2008

hexagono de heternonimos (complemento solidario do bom-senso)


Mas o gajo está parvo ou faz-se?....

O que é ele vai aprontar a seguir?...

Mas o gajo está parvo ou faz-se?
Ele que tenha calminha que se não ponho-me a contar tudo o que sei ... aqui neste meu cantinho. E espero que as sonecas e as digestoes que ele fez (bom, se teve indigestões, pior para ele),mas a coisa é pior do que eu pensava.
XIÇAAA !!!

O que é virá a seguir?

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

CREME DE DESAPARECER




A sua mão aproximou-se de algo frio e suave. Tirou um pequeno frasco azul escuro com uma tampa preta. Num rótulo branco estava escrito “ CREME DE DESAPARECER”.
Ficou a olhar para esta s palavras durante muito tempo a tentar perceber o seu significado…
Lá dentro estava um creme branco, espesso mas cuja superfície era suave. Nunca tinha sido usado.
Enfiou a ponta do indicador no creme. Era frio. Não aquele frio agreste e violento do gelo, mas um frio envolvente suave e macio…
Tirou o dedo e gritou surpreendido. A ponta do dedo tinha desaparecido! Tinha desaparecido completamente!
Enroscou a tampa e foi a correr para o quarto. Precisava de pensar…

se calhar já nascemos com um papelinho na mão....


Espera-se para tudo, somos feitos não de carne, de paciência, se calhar já nascemos com um papelinho na mão. Retire aqui o seu bilhete e aguarde a sua vez. Aguardo a minha vez. Desde que me conheço que aguardo a minha vez


Tanto silêncio nesta casa e tanta voz que me fala. Da janela vejo as mulheres que sobem a rua levando os sacos do supermercado. A rua é inclinada e elas devagarinho passeio acima, com os tendões dos braços saídos, os tendões do pescoço saídos, o cabelo a tremer. Porque razão me comovem na manhã suja, outonal, de setembro? As árvores começam a perder as folhas, pombos por aqui e por ali, vários cinzentos feios nas nuvens. Um par de homens a consertarem não sei quê num buraco. Deve ser isto o que as pessoas chamam vida e, se é isto, que miséria: ninguém sorri. Tenho de ir aos Correios buscar livros da América, de França, do raio que o parta: tira-se um papelinho com um número, espera-se entre gente que espera. Da última vez tirei o número 65, ia a procissão no 12. Fico séculos para ali, a olhar. Espera--se para tudo, somos feitos não de carne, de paciência, se calhar já nascemos com um papelinho na mão. Retire aqui o seu bilhete e aguarde a sua vez. Aguardo a minha vez. Desde que me conheço que aguardo a minha vez. A minha vez de quê? E lá fora uma chuvinha sem peso. Um princípio não bem de frio, de desconforto.
– O que fazes no mundo, António?
– Aguardo a minha vez.
Uma senhora de papelinho para outra de papelinho
– Já não estou cá a fazer nada e na época em que estava cá a fazer alguma coisa o que fazia? Emprego – marido – filhos – reforma – netos e agora varizes – coração – diabetes – ossos, este alto no pescoço. Amanhã análises no hospital, outro papelinho com um número, depois do papelinho da consulta em que ouviu
– Não gosto do seu alto e o doutor a escrever, a arrancar a página, a estender-lha
– Precisamos de uns examezinhos.
A outra senhora
– Que direi eu com os miomas e uma conversa densa de afluentes, sub-afluentes e lagoas acerca de pontadas, desconfortos, cólicas, o marido às voltas com a próstata, a pingar toda a noite. A do alto no pescoço
– Molha-me o pijama todo e a que não tem alto enviuvou: uma coisa no pâncreas resolveu-lhe o matrimónio em três meses e enfiou-lhe, em lugar de uma, duas alianças no dedo:
– Mandei apertar a dele para não me cair de modo que traz o que resta do marido ali. Ficam ambas a olhar as alianças, num interesse melancólico. O falecido cobrador do gás, grande, forte
– Vendia saúde deve tê-la vendido toda e quando precisou de comprar não achou nas retrosarias, ele que a possuía aos montes.
– Nunca faltou ao trabalho insistia a viúva, de tal maneira a saúde era inclemente e excessiva e parece que o amor ao medronho também, a calcular por referências laterais respeitantes ao facto de aos sábados à noite abrir a porta de casa a pontapé
(– Levava tudo à frente)e acabar de gatas na cozinha a vomitar a alma. Fora isso era um cordeirinho
– Fora isso era um cordeirinho bom esposo, bom pai, bom amigo, bom avô, até bom genro
– Até bom genro, calcule sempre pronto a ajudar, sem amantes.
– Já lhe chegava o vinho sugeriu a outra e a conversa amorteceu porque a viúva não gostou da insinuação e além disso o número dela aproximava-se. O problema era que o número anterior, um rapaz de bigode, trazia cinquenta cartas para registar, e nós todos, os que esperávamos, pensámos num julgamento sumário com condenação à forca e execução imediata, sem possibilidade de apelo ou recurso. Os restantes balcões de atendimento achavam-se vazios dado que as empregadas discutiam o gel nas unhas de uma colega que exibia dez navalhas escarlates na ponta dos dedos. O gel foi aprovado por unanimidade e exclamações e fiquei a saber que a proprietária das navalhas se chamava Suzete Mendonça e o namorado a queria sensual
– Como as actrizes porno precisou uma de óculos e cachucho de pechisbeque no indicador e as colegas deu-me a ideia de acharem bem, mudando a linha do debate para cintos de ligas e artigos correlativos até voltarem, com um suspiro de penitentes, às suas cadeiras, onde ficavam minutos compridos a meditar nos cintos, esquecidas de nós, enquanto a que se chamava Suzete Mendonça estudava os apêndices com orgulho, a viúva rodava a aliança, saudosa do bom genro e eu principiava a zangar--me com o facto de ser tão traduzido, decidindo romper o contrato com a minha agência e imaginando a que se chamava Suzete Mendonça em atitudes sensuais, difíceis de conseguir numa criatura tão magra e com um quisto sebáceo na testa. Mas podia ser que o gel anulasse o quisto e incendiasse o namorado, com a ajuda do piercing que trazia na língua, uma esfera cromada do tamanho de uma bola de pingue-pongue que a obrigava a uma pronúncia de sopinha de massa. Daqui a quantos anos chegará a sua altura de já não estar cá a fazer nada? Das análises no hospital? Do médico
– Não gosto do seu alto? das unhas de gel uma recordação perdida? Do divórcio, da reformazinha que aumentava os dias do mês? Do cinto de ligas no lixo? Do namorado a queixar-se do pâncreas? Toda a existência termina com a frase
– Precisamos de uns examezinhos e uma senha de papel num laboratório de análises onde Suzetes Mendonças ainda por nascer demorarão a atendê-la, discutindo meias de rede e poses sensuais.
A.Lobo Antunes- Crónicas

domingo, 12 de outubro de 2008

sábado, 11 de outubro de 2008

Serve,a carapuça?

sem título


Trabalhamos para uma “rainha”.
Somos vigiados por alguns soldados.
Falamos apenas o necessário com os outros, está tudo na ordem!

Mas só até alguma coisa chegar e abalar o nosso “formigueiro”...
Mas também somos persistentes e mudamos de lugar, onde poderemos construir tudo novamente.
Destruímos isso e aquilo, estes e aqueles, com isto e mais isto, para tudo voltar ao normal? Para que tudo fique na ordem ?

ABAIXO-ASSINADO


PROFESSORES EXIGEM
A REVOGAÇÃO DO “ECD do ME”


Os Professores e Educadores abaixo-assinados, exigem a revogação do actual estatuto da carreira docente
– ECD do ME – imposto contra tudo e todos, na sequência de um processo aparentemente negocial, dada a quantidade de reuniões realizada, mas no qual o Ministério da Educação recusou alterar o que de mais negativo apresentou logo na primeira reunião: a fractura da carreira, um regime de avaliação do desempenho sem conteúdo pedagógico, a existência de uma prova de ingresso na profissão, uma carreira ainda mais longa. Um estatuto para o qual verteram, ainda, algumas das medidas mais negativas impostas no âmbito da Administração Pública, tais como o roubo do tempo de serviço ou o agravamento dos requisitos para a aposentação. Face a esta situação, os docentes exigem a revogação do ECD do ME e a aprovação de um ECD que dignifique e valorize a profissão docente. Um verdadeiro Estatuto que:

- Consagre a existência de apenas uma categoria de Professor;

- Garanta a contagem integral de todo o tempo de serviço prestado;

- Estabeleça um modelo de avaliação pedagogicamente construído, tendo em conta a especificidade do exercício profissional da docência;

- Valorize a componente lectiva, expurgando do horário dos docentes os cada vez maiores tempos destina- dos a tarefas burocráticas e outras actividades sem interesse pedagógico;

- Elimine todos os mecanismos criados para afastar da profissão, docentes que são necessários às escolas,designadamente a espúria prova de ingresso.

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Dia de ELIMINAÇÃO



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Onde será isto?


DÁ-SE UMA GRELHA PARA QQ TIPO DE GRELHADO( interior ou exterior;valido ou invalido; perene ou caduca))

Primeiro ou penultimo argumento?

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Este filme é Português?


Erro faz vinho sair pelas torneiras numa cidade italiana
Moradores da cidade italiana de Marino, na região central do país, foram surpreendidos com o que parecia ser um milagre: das torneiras de suas casas começou a jorrar vinho branco, em vez de água...

O inusitado incidente ocorreu no último domingo, durante a abertura da 84ª edição da Festa da Uva de Marino – a mais famosa festividade do estilo no país.

Tradicionalmente, para marcar o início da Festa, milhares de moradores fazem uma contagem decrescente à volta da Fonte dei Quattro Mori, no centro da cidade, para ver a «transformação da água em vinho», quando a fonte passa a jorrar, ao invés de água, uma boa qualidade de vinho branco.

Todos os anos, a Fonte é abastecida com barris de três mil litros de vinho para garantir o sucesso das celebrações. No entanto, os responsáveis pelo abastecimento das fontes de água espalhadas pelas ruas da cidade giraram a alavanca errada no momento da abertura da Festa e, em vez de enviarem vinho para a Fonte, mandaram a bebida para casas da cidade.

Algumas donas de casa de Marino – que possui cerca de 40 mil habitantes – estranharam o odor familiar que saía das torneiras e foram as primeiras a notar que não se tratava de água.

Uma moradora estranhou o cheiro quando limpava o chão de sua casa. Mas não reclamou, porque considerou o odor agradável. O mesmo ocorreu noutros condomínios.

Muitos acreditaram tratar-se de um milagre da Virgem do Rosário, a padroeira da Festa da Uva mais famosa da Itália.

Sem saber o que se passava nas casas, milhares de moradores, que aguardavam ansiosos a abertura das festividades com copos de plástico nas mãos, decepcionaram-se ao ver jorrar da Fonte nada mais do que água.

As autoridades avisaram que o problema seria solucionado o mais rápido possível e, depois de dez minutos, o vinho começou a jorrar da Fonte normalmente.

Segundo o presidente da câmara de Marino ainda não se sabe a quantidade exacta de vinho que foi desperdiçada.
De acordo com ele, o incidente ocorreu devido a uma falha humana, que deve ser minimizada.
«Foi um erro técnico não previsto, que acabou por se transformar numa coisa simpática para as pessoas», disse o presidente à BBC Brasil.
«É uma coisa que pode acontecer, porque o trabalho é todo feito manualmente», afirmou.
"Resolvemos tudo em poucos instantes sem gerar qualquer problema para quem estava na festa e para quem ficou em casa naquele momento", disse Palozzi

Vai uma "Empanadita" de...????


de que te parece?

1,50 E por cada levantamento ATM??? assinem a petiçao


http://www.petitiononline.com/bancatms/petition.html

Os jornalistas são tão-pouco "compreensiveis"...


Empresa do "Magalhães" arguida em processo de fraude fiscal


A empresa de informática J.P. Sá Couto, produtora do computador Magalhães, revelou ser arguida num processo de fraude fiscal relativo a 2000 e 2001 em que o Estado português lhe exige perto de 72 mil euros.

Em comunicado assinado pelo presidente do conselho de administração, Jorge Sá Couto, a empresa de Matosinhos adianta que é ainda arguido no processo um dos seus administradores, sendo reclamados pelo Estado 71.620,54 euros.

"Esta notícia é pública há vários anos, tendo sido publicada na comunicação social nessa altura", refere a J.P. Sá Couto, salientando ter, "oportunamente", entregue a sua "contestação" e aguardar agora "serenamente o desfecho do julgamento".

Afirmando a sua "plena convicção de que a verdade será reposta", a empresa garante que, nos seus 19 anos de actividade, "tem sido um modelo de contribuinte exemplar".

Acrescenta ainda que, "aquando do acontecimento, foram informados todos os fornecedores e entidades bancárias dos factos em causa".

Segundo foi hoje noticiado pela Rádio Renascença, a J.P. Sá Couto e o seu administrador João Paulo Sá Couto (irmão de Jorge Sá Couto) é acusada da prática dos crimes de associação criminosa e de fraude fiscal, juntamente com mais 39 arguidos.

Em causa estará um "mega fuga e fraude ao IVA" no ramo da informática, num esquema vulgarmente designado por "fraude carrossel" em que a empresa de Matosinhos alegadamente assumiria a posição de elo final.

Neste esquema, os mesmos bens são sucessivamente transmitidos, em círculo, entre diversos operadores sedeados em pelo menos dois Estados da União Europeia, não sendo o valor do IVA devido entregue por pelo menos um operador no seu país.

Nos termos da acusação, citada pela Renascença, a J.P. Sá Couto terá tido como contrapartida um lucro de cerca de 4% sobre o valor da mercadoria facturada.

Ainda segundo a Renascença, acoplado à acção penal estará um pedido civil em que o Estado português reclama mais de 5 milhões de euros, acrescido de juros de mora.
Estatísticas



t

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

O que é estar aqui assim, a Postar?


"(...) penso no absurdo de escrever. De estar a escrever quando podia estar com os amigos, ir ao cinema, ir dançar que é uma coisa de que gosto... mas não, um tipo está ali e é um bocado esquizofrénico. (...) Há sempre uma parte subterrânea nas obras de arte impossível de explicar. Como no amor. Esse mistério é, talvez seja, a própria essência do acto criador. (...) Quando criamos é como se provocássemos uma espécie de loucura, quando nos fechamos sozinhos para escrever é como se nos tornássemos doentes. A nossa superfície de contacto com a realidade diminui, ali estamos encarcerados numa espécie de ovo... só que tem de haver uma parte racional em nós que ordene a desordem provocada. A escrita é um delírio organizado."