terça-feira, 20 de janeiro de 2009

CHANTAGISTAS?????????!!!!


A direcção do Grupo Parlamentar do PS assume as suas responsabilidades e tirará todas as consequências políticas", declarou à agência Lusa um alto responsável da bancada socialista, quando confrontado com a hipótese de o projecto do CDS-PP ser viabilizado com votos de deputados da maioria.

Por sua vez, o ministro dos Assuntos Parlamentares, Augusto Santos Silva, recusou-se a considerar que o Governo esteja a dramatizar a votação de sexta-feira, mas adiantou que o executivo considera a avaliação dos professores "uma reforma emblemática" e uma "questão crítica" para o cumprimento do programa do Governo.

"Caso o Governo não tivesse condições para prosseguir com a avaliação dos professores, também não teria condições para prosseguir com um dos eixos fundamentais da sua agenda reformista. Mas não antecipo nada para sexta-feira que não seja o Parlamento continuar a acompanhar o Governo nesta reforma que para nós é decisiva", declarou.

Sabendo que, dos 121 deputados do PS, cinco poderão votar ao lado da oposição (Manuel Alegre, Teresa Portugal, Matilde Sousa Franco, Eugénia Alho e Júlia Caré), a direcção da bancada socialista está a fazer "uma mobilização geral dos seus deputados" para estarem presentes na votação de sexta-feira.

Um dirigente do Grupo Parlamentar do PS referiu que esse apelo será reforçado quinta-feira, durante a reunião da bancada.

Um outro membro da bancada socialista disse à agência Lusa que os deputados receberam na semana passada um "e-mail" a alertar para a importância de duas votações: o expurgo da inconstitucionalidade do Código de Trabalho na quarta-feira e a votação do diploma do CDS-PP na sexta-feira.

Para os deputados socialistas serão ainda feitos telefonemas e enviados "sms" para estarem presentes na hora de votar.

Alguns deputados, com missões no estrangeiro, por exemplo, vão ficar em Lisboa para garantir a maioria necessária da bancada nas votações, acrescentou a mesma fonte.

Na votação de uma proposta de resolução do CDS, a 05 de Dezembro, que recomendava a suspensão da avaliação dos professores, seis deputados do PS votaram a favor (outro absteve-se), com os partidos da oposição.

Se os 30 deputados do PSD que nesse dia estiveram ausentes do Parlamento tivessem votado a favor do projecto do CDS, a maioria absoluta socialista teria sido derrotada pela primeira vez nesta legislatura.

No entanto, na sexta-feira, o grupo de seis deputados que votou a favor da resolução da CDS-PP deverá reduzir-se para cinco, já que João Bernardo irá acompanhar o sentido de voto da direcção da bancada na recusa do diploma.

Também a deputada socialista Odete João, que em Dezembro se absteve, deverá desta vez votar contra o projecto do CDS.

"Na penúltima e na última vez que o Parlamento se pronunciou sobre a avaliação dos professores, aprovou-a. É evidente a natureza puramente de táctica partidária que está em causa nas iniciativas da oposição", declarou Augusto Santos Silva.

NS/PMF.

domingo, 18 de janeiro de 2009

Almeida Santos



Almeida Santos e as faltas dos deputados:

«Não se paga aos deputados o suficiente para que sejam todos apenas
profissionais. Quanto às justificações para as faltas, é verdade que a
sexta-feira é, em si própria uma justificação, porque é véspera de
fim-de-semana. Eu compreendo isso. Talvez esteja errado que as
votações sejam à sexta-feira. Não julguemos também que ser deputado é
uma escravatura, porque não é, nem pode ser. É preciso é arranjar
horas para a votação que não sejam as horas em que normalmente seja
mais difícil e mais penoso estar na Assembleia da República».

Pois...pobres deputados que ganham só 3708 euros de salário-base,mais
10% do salário para despesas de representação, entre outras regalias
http://www.inverbis.net/sistemapolitico/deputados-abonos-duplicam-vencimento.html



Para qualquer trabalhador, a sexta-feira é, em si própria uma
justificação para faltar ao trabalho, aliás, acho que tal justificação
está mesmo contemplada no novo código de trabalho. Ser deputado não
pode ser uma escravatura - escravatura é para os trabalhadores a
recibos verdes, para os trabalhadores que acumulam horas em cima de
horas sem a devida compensação, para os trabalhadores com horários tão
flexíveis que não os conseguem conciliar com a vida familiar. É,
portanto, penoso estar na Assembleia da República à 6ªF...pois o Sr.
Dr. Almeida Santos não se apercebe o penoso que é para o vulgar
cidadão ouvir frases tão deslocadas da realidade que são até ofensivas
para quem, de facto, trabalha.

sábado, 17 de janeiro de 2009

enviado!


Obrigado!

A sua mensagem já foi enviada.

Para contactar pelo correio:

Palácio de S.Bento - Assembleia da República
1249-068 Lisboa

Por telefone:
(+351) 213919000

José Adelino Maltez in Sobre o Tempo que Passa


«Ontem foi um dia de terramoto com o longo e esclarecedor depoimento de Cadilhe no parlamento, reabilitando as sonolentas e situacionistas comissões de inquérito. Ouvi muito em directo e reparo como as notícias dos telejornais e dos jornais não conseguem transmitir o essencial do tom da comunicação desse ex-ministro das finanças. Porque a linguagem de sereno tsunami que transmitiu não nos pode deixar indiferentes. Depois, foi Manuela Ferreira Leite que, por acaso, não foi questionada sobre a matéria, preferindo-se os nomes de Santana Lopes e de Menezes para as inevitáveis tricas. A líder do PSD usou e abusou da palavra credibilização para qualificar a respectiva conduta, procurando mostrar-se como a formiguinha da fábula, contra as cigarradas do que qualificou como fantasias de Sócrates, o mentiroso, o mistificador, o que está a conduzir o país para a tragédia, porque não tem medidas de emergência social, de apoio às PMEs e de luta contra o endividamento, preferindo manter a ilusão de poder controlar as ajudas estatais e de dominar pela propaganda. É evidente que Manuela Ferreira Leite, para quem a ouviu, não conseguiu inverter o sentido das sondagens. Mas o estilo pode ter mais êxito se o sentido dramático se agravar e o governo e o PS começarem a perder a credibilidade. De qualquer maneira, o ataque frontal de dois antigos ministros das finanças, depois da barragem de fogo contra a fantochada, levada a cabo por outro do mesmo calibre, Medina Carreira, e com um quarto ex-ministro das finanças no palácio belenense, colocam Teixeira dos Santos em apuros e Sócrates com muitos fogos críticos para debelar. Por outras palavras, as campanhas eleitorais que se avizinham vão viver sob um ambiente psíquico absolutamente inédito e os habituais contabilistas e planeadores têm de se adaptar às mudanças efectivas. Já não é o tempo dos cenários e dos criadores de factos políticos, com funerais de Amália Rodrigues e referendos em Timor. Por outras palavras, as realidades da pouca vergonha já ultrapassam aquilo que outrora pertencia ao domínio da boataria e da teoria da conspiração, enquanto as forças vivas começam a libertar-se dos velhos espartilhos do controlo das ajudas estaduais, dado que o processo de desinstitucionalização em curso fragmentou os restos de autonomia dos grandes corpos do Estado e das poucas autonomias da dita sociedade civil. Já nem o populismo consegue manipular esta pulverização do salve-se quem puder. Por outras palavras, parece impossível qualquer maioria absoluta tanto para o PS como para o PSD e nem já a hipótese de um novo Bloco Central, mesmo à alemã, conseguirá domar a besta da incerteza. Resta saber se uma intervenção presidencial para um governo de salvação pública, com os principais partidos em proporcionalidade ainda tem espaço de manobra. Porque, de outra maneira, estamos mais próximos da argentinização do que parece. Espero que me engane nestes vaticínios e até pode acontecer que tudo como dantes, com a velha sede na palha de Abrantes...»

José Adelino Maltez in Sobre o Tempo que Passa

RUMORES VINDOS DO INTERIOR DO PS



Dia 23 de Janeiro será aprovada, finalmente, a SUSPENSÃO DA AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DOCENTE. Há professores socialistas que vão romper com a disciplina partidária. As últimas investidas aos e-mails dos professores, agora deputados, está a dar frutos. Muitos deles já têm dificuldade em enfrentar até a própria família.


A insistência dos professores está a dar resultado e a greve do dia 19 é absolutamente determinante. A ministra já está "morta" e agora só falta mesmo um empurrãozinho para todo o ME cair.


O movimento de Manuel Alegre, Rosário Gama... parece estar no caminho certo e as influências destes perante os professores deputados faz-se sentir já com algum eco. Vamos ver dia 23. Haja esperança!


São notícias que vão chegando das sedes do PS a nível nacional. Fala-se, inclusivamente, de que se preparam para o Governo pedir a demissão. Falta o motivo e este parece ser aquele em que Sócrates aposta e vai daí... professores socialistas juntam-se a Alegre e companhia.


Há ainda que participar massivamente na CONCENTRAÇÃO/MANIFESTAÇÃO em frente do Palácio de Belém, em Lisboa, no dia 24 de Janeiro, às 14:30h.


Não podemos parar!


MOBILIZAR! UNIR! RESISTIR!

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Clara Ferreira Alves - "Expresso"


Não admira que num país assim emerjam cavalgaduras, que chegam ao topo,
dizendo ter formação, que nunca adquiriram, que usem dinheiros públicos
(fortunas escandalosas) para se promoverem pessoalmente face a um público
acrítico, burro e embrutecido.

Este é um país em que a Câmara Municipal de Lisboa, desde o 25 de Abril
distribui casas de RENDA ECONÓMICA - mas não de construção económica - aos
seus altos funcionários e jornalistas, em que estes últimos, em atitude de
gratidão passaram a esconder as verdadeiras notícias e passaram a
"prostituir-se" na sua dignidade pofissional, a troco de participar nos
roubos de dinheiros públicos, destinados a gente carenciada mas mais honesta
que estes bandalhos.

Em dado momento a actividade do jornalismo constituiu-se como O VERDADEIRO
PODER. Só pela sua acção se sabia a verdade sobre os podres forjados pelos
políticos e pelo poder judicial. Agora contínua a ser o VERDADEIRO PODER mas
senta-se à mesa dos corruptos e com eles partilha os despojos, rapando os
ossos ao esqueleto deste povo burro e embrutecido. Para garantir que vai
continuar burro o grande cavallia (que em português significa cavalgadura)
desferiu o golpe de morte ao ensino público e coroou a acção com a criação
das Novas Oportunidades.

Gente assim mal formada vai aceitar tudo e o país será o pátio de recreio
dos mafiosos.

A justiça portuguesa não é apenas cega, é surda, muda, coxa e marreca -
Clara Ferreira Alves - Expresso

Portugal tem um défice de responsabilidade civil, criminal e moral muito
maior do que o seu défice financeiro, e nenhum português se preocupa com
isso apesar de pagar os custos da morosidade, do secretismo, do
encobrimento, do compadrio e da corrupção. Os portugueses, na sua infinita e
pacata desordem existencial, acham tudo "normal" e encolhem os ombros. Por
uma vez gostava que em Portugal alguma coisa tivesse um fim, ponto final,
assunto arrumado. Não se fala mais nisso. Vivemos no país mais inconclusivo
do mundo, em permanente agitação sobre tudo e sem concluir nada.

Desde os Templários e as obras de Santa Engrácia, que se sabe que, nada
acaba em Portugal, nada é levado às últimas Consequências, nada é
definitivo
e tudo é improvisado, temporário, desenrascado.

Da morte de Francisco Sá Carneiro e do eterno mistério que a rodeia, foi
crime, não foi crime, ao desaparecimento de Madeleine McCann ou ao caso Casa
Pia, sabemos de antemão que nunca saberemos o fim destas histórias, nem o
que verdadeiramente se passou nem quem são os criminosos ou quantos crimes
houve.

Tudo a que temos direito são informações caídas a conta-gotas, pedaços de
enigma, peças do quebra-cabeças. E habituámo-nos a prescindir de apurar a
verdade porque intimamente achamos que não saber o final da história é uma
coisa normal em Portugal e que este é um país onde as coisas importantes são
"abafadas", como se vivêssemos ainda em ditadura.

E os novos códigos Penal e de Processo Penal em nada vão mudar este estado
de coisas. Apesar dos jornais e das televisões, dos blogs, dos computadores
e da Internet, apesar de termos acesso em tempo real ao maior número de
notícias de sempre, continuamos sem saber nada, e esperando nunca vir a
saber com toda a naturalidade.

Do caso Portucale à Operação Furacão, da compra dos submarinos às escutas
ao
primeiro-ministro, do caso da Universidade Independente ao caso da
Universidade Moderna, do Futebol Clube do Porto ao Sport Lisboa Benfica, da
corrupção dos árbitros à corrupção dos autarcas, de Fátima Felgueiras a
Isaltino Morais, da Braga Parques ao grande empresário Bibi, das queixas
tardias de Catalina Pestana às de João Cravinho, há por aí alguém quem
acredite que algum destes secretos arquivos e seus possíveis e alegados,
muitos alegados crimes, acabem por ser investigados, julgados e devidamente
punidos?

Vale e Azevedo pagou por todos.

Quem se lembra dos doentes infectados por acidente e negligência de Leonor
Beleza com o vírus da sida?

Quem se lembra do miúdo electrocutado no semáforo e do outro afogado num
parque aquático?

Quem se lembra das crianças assassinadas na Madeira e do mistério dos crimes
imputados ao padre Frederico?

Quem se lembra que um dos raros condenados em Portugal, o mesmo padre
Frederico, acabou a passear no Calçadão de Copacabana?

Quem se lembra do autarca alentejano queimado no seu carro e cuja cabeça foi
roubada do Instituto de Medicina Legal?

Em todos estes casos, e muitos outros, menos falados e tão sombrios e
enrodilhados como estes, a verdade a que tivemos direito foi nenhuma.

No caso McCann, cujos desenvolvimentos vão do escabroso ao incrível, alguém
acredita que se venha a descobrir o corpo da criança ou a condenar alguém?

As últimas notícias dizem que Gerry McCann não seria pai biológico da
criança, contribuindo para a confusão desta investigação em que a Polícia
espalha rumores e indícios que não têm substância.

E a miúda desaparecida em Figueira? O que lhe aconteceu? E todas as crianças
desaparecida antes delas, quem as procurou?

E o processo do Parque, onde tantos clientes buscavam prostitutos, alguns
menores, onde tanta gente "importante" estava envolvida, o que aconteceu?

Arranjou-se um bode expiatório, foi o que aconteceu.

E as famosas fotografias de Teresa Costa Macedo? Aquelas em que ela
reconheceu imensa gente "importante", jogadores de futebol, milionários,
políticos, onde estão? Foram destruídas? Quem as destruiu e porquê?

E os crimes de evasão fiscal de Artur Albarran mais os negócios escuros do
grupo Carlyle do senhor Carlucci em Portugal, onde é que isso pára?

O mesmo grupo Carlyle onde labora o ex-ministro Martins da Cruz, apeado por
causa de um pequeno crime sem importância, o da cunha para a sua filha.

E aquele médico do Hospital de Santa Maria, suspeito de ter assassinado
doentes por negligência? Exerce medicina?

E os que sobram e todos os dias vão praticando os seus crimes de colarinho
branco sabendo que a justiça portuguesa não é apenas cega, é surda, muda,
coxa e marreca.

Passado o prazo da intriga e do sensacionalismo, todos estes casos são
arquivados nas gavetas das nossas consciências e condenados ao esquecimento.

Ninguém quer saber a verdade. Ou, pelo menos, tentar saber a verdade.

Nunca saberemos a verdade sobre o caso Casa Pia, nem saberemos quem eram as
redes e os "senhores importantes" que abusaram, abusam e abusarão de
crianças em Portugal, sejam rapazes ou raparigas, visto que os abusos sobre
meninas ficaram sempre na sombra.

Existe em Portugal uma camada subterrânea de segredos e injustiças , de
protecções e lavagens , de corporações e famílias , de eminências e
reputações, de dinheiros e negociações que impede a escavação da verdade.
------------------------------

Este é o maior fracasso da democracia portuguesa

Clara Ferreira Alves - "Expresso"

Socrates, um ministro brincalhao

http://sorisomail.com/email/456/jose-socrates--um-primeiro-ministro-muito-flexivel.html

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

sem título, póstumo?


Não há melhor colectivo do que a soma das vontades individuais assumidas livremente, sem necessidade de directrizes ou condicionamentos...

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

quem é?


Baixa, de olhos ruins, amarelenta
Usando só de raiva e de impostura,
Triste de facha, o mesmo de figura,
Um mar de fel, malvada e quezilenta ;


Arzinho confrangido que atormenta,
Sempre infeliz e de má catadura,
Mui perto de perder a compostura,
É cruel, mentirosa e rabugenta.


Rosto fechado, o gesto de fuinha,
Voz de lamento e ar de coitadinha,
Com pinta de raposa assustadinha,
É só veneno, a ditadorazinha.


Se não sabes quem é, dou-te uma pista:
Prepotente, mui gélida e sinistra,
Amarga, matreira e intriguista,
Abusa do poder... e é .....!????



QUEM É?

Notícias: amanha nevará

sábado, 3 de janeiro de 2009

S´´o pessoas espertas...


Só pssaoes epsertas cnsoeugem ler itso.
Eu não cnogseui acreidatr que relmanet pidoa etndeer o que etvsaa lndeno. O pdoer fnemoeanl da mntee huamna, de aorcdo com uma psqueisa da Unvireisadde de Cmabrigde, não ipmrota a odrem em que as lteras em uma plavara etsão, a úcina cisoa ipmotratne é que a piremira e a útimla ltreas etseajm no lguar ctreo. O rseto pdoe etasr uma ttaol bnauguça e vcoê adnia pdoreá ler sem perolbmea. Itso pruqoe a mtene haunma não lê cdaa lreta idnvidailuemtne, mas a pvrlaaa cmoo um tdoo. Ipessrinaonte hien? É e eu smrepe pnenesi que slortaerr era ipmorantte!

Se pdoe ler itso pssae aidntae !!

quinta-feira, 1 de janeiro de 2009

Cabe lá tudo mesmo!!!!


Para memória futura ou ...para que conste
Os deputados municipais do Partido Socialista chumbaram, por uma maioria de cinco votos, a Moção apresentada na Assembleia Municipal de Amarante de 27 de Dezembro, pelo Bloco de Esquerda.
Os professores socialistas Abel Coelho, Ercília Costa e Cândido Moreira, foram os porta-vozes da política da ministra sobre a avaliação de desempenho.

Bloco de Esquerda
Assembleia Municipal de Amarante

MOÇÃO

PELA QUALIDADE DA ESCOLA PÚBLICA

PELA SUSPENSÃO DO ACTUAL SISTEMA DE AVALIAÇÃO




1. Atendendo a que o modelo de avaliação de desempenho do docente, introduzido pelo Decreto-Regulamentar 2/2008, de 10 de Janeiro, se enquadra numa orientação economicista;
2. Admitindo que o Decreto-Regulamentar 2/2008 vem na sequência da publicação do Decreto-Lei n.º 15/2007, de 19 de Janeiro sobre Estatuto da Carreira Docente dos Educadores de Infância e dos Professores dos Ensinos Básico e Secundário, diplomas que contribuem para a efectiva degradação da qualidade de ensino da Escola Pública;

3. Tendo em conta os inúmeros problemas suscitados na aplicação deste modelo de avaliação de desempenho dos docentes;

4. Sabendo-se que as recomendações do Conselho Científico da Avaliação dos Professores, estrutura criada pelo Ministério da Educação, estabelecem duras críticas a aspectos centrais do modelo, nomeadamente quanto à utilização dos resultados dos alunos e o abandono escolar como itens de avaliação;

5. Assumindo que a qualificação do serviço docente é condição indispensável para a melhoria da qualidade do serviço público de Educação;

6. Tendo em consideração que o clima de contestação e indignação dos professores, educadores e alunos, e a insustentável instabilidade e mal-estar vivido por toda a comunidade educativa, prejudicam efectivamente o processo de ensino-aprendizagem;

7. Entendendo a Educação como processo cultural, participativo e participado, em que os professores e educadores não podem ser reduzidos a distribuidores de conteúdos e os alunos meros receptáculos de uma massa de conhecimentos sem coerência;

O Bloco de Esquerda propõe que a Assembleia Municipal de Amarante, na sua reunião de 27 de dezembro de 2008, delibere:

Solidarizar-se com a luta dos professores e educadores em defesa da Escola Pública com qualidade e pela suspensão do processo de avaliação em curso.



(Moção a enviar ao Presidente da República, ao Primeiro-Ministro, ao Presidente da Assembleia da República e aos Grupos Parlamentares)



O deputado municipal do Bloco de Esquerda



António Norte Simões

domingo, 21 de dezembro de 2008

Francisco Assis acha «inaceitável» escolher vereador de Ferreira Torres para candidato PS


«É absolutamente inaceitável que alguém que tenha estado ligado a Avelino Ferreira Torres possa ser o candidato do PS. Antes da estratégia estão os princípios», disse à agência Lusa Francisco Assis.

O antigo líder do PS/Porto garantiu que tudo fará para que a escolha de Norberto Soares não se concretize, porque ela «ofende o património do PS» e «dá uma má imagem» do partido.

«Estou ao lado da 'concelhia', que está indignada com esta escolha. Nem sequer concebo a possibilidade de este senhor poder ser candidato. Penso que ainda tenho alguma capacidade de influência. Há que apelar a princípios cívico-morais», frisou.

Francisco Assis afirmou que não irá imiscuir-se no próximo processo eleitoral autárquico, mas resolveu pronunciar-se agora por ser «um caso absolutamente inaceitável», que «ofende» os 20 anos de combate socialista ao «estado de suspensão» da vida democrática no Marco de Canaveses que constituiu a liderança autárquica de Avelino Ferreira Torres.

Norberto Soares, antigo «número dois» de Avelino Ferreira Torres, vai ser o candidato do Partido Socialista à Câmara de Marco de Canaveses, disse sábado à Lusa fonte do PS/Porto.

Segundo a fonte socialista, Norberto Soares, que já tinha lançado a sua candidatura independente, foi convidado a encabeçar a lista do PS à autarquia marcuense pela distrital do PS/Porto, que é liderada por Renato Sampaio.

O processo de escolha do candidato à Câmara de Marco de Canaveses tem sido conduzido, desde há alguns meses, pela Federação do Porto do PS.

A decisão de convidar Norberto Soares provocou já a demissão do líder local socialista, Artur Melo, que disse à Lusa que se demite da Comissão Política e do partido.

O secretariado do PS/Marco reúne-se segunda-feira para analisar a situação política.

«Este não é o meu PS», afirmou Artur Melo à Lusa.

O militante socialista referiu que ficou «desiludido» pelo facto do seu partido convidar para cabeça-de-lista às eleições autárquicas de 2009 «um antigo vereador de Avelino Ferreira Torres».

A Lusa tentou, sem sucesso em tempo útil, ouvir esclarecimentos e comentários de Renato Sampaio sobre este processo.

Lusa/SOL

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

Directora de Turma das Oportunidades Nobas

Data/hora das reunioes de turmas


dia 18 17:30
dia 19 das 8:30 às 17:30
dia 22 idem idem aspas aspas

A Afurada é uma Naçon!regresso da traineira KagoNisso ao cais, pesca, a ministra da educação que deve «ser fufa, a grande puta, puta que a pariu»


Afurada, hora do lanche, rua cheia, duas mulheres muito tisnadas e enrugadas
(puxos triplos no cabelo, tailleur costureira Alice, botões de plástico,
meias grossas, saias curtas) trocam impressões sobre este mundo e o outro:
regresso da traineira KagoNisso ao cais, pesca, a ministra da educação
que deve «ser fufa, a grande puta, puta que a pariu» (coitada!),
a prisão do Pidá da Noite Branca, a Luisa do Pito
que apanhou o marido em flagrante na cabayada [sic] com duas vizinhas,
o Natal («fuoda-se [sic], está pela hora da morte, filhinha!»),
a pescada que é mais do Rabo e menos do Meio, etc.
Falam muito alto. Tanto, que várias cabeças, escarrando no empedrado, se voltavam
a cada nova investida. Às tantas, a mais nova (60 anos?) atira:
lkj
— O João não vai para a faina da sardinha nem para a da faneca, vai para o caralho.
— Para o caralho? Ver TV Cabo pelo dia afora?
— Não, mãe! Vai para o caralho que tem fora dele...
— Para o caralho que...
— Sim, mãe! Então não sabe que todos temos um caralho fora de nós!?

rua!!!!

vergonhaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa


e .....serão plantadas mais 70 árvores.

O preço-base do concurso está estimado em 1.370.000,00 (IVA excluído), prevendo-se a conclusão da obra em Maio de 2009.

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

domingo, 14 de dezembro de 2008

o tema era


Fórum Esquerdas: Debate sobre educação centrado na avaliação
14h07m

O tema era a educação e o debate, no fórum das esquerdas, em Lisboa, mas acabou por centrar-se nos professores, com o dirigente sindical António Avelãs a afirmar que a recusa da avaliação "é um suicídio político".



No debate do fórum "Democracia e Serviços Públicos", patrocinado pelo histórico Manuel Alegre, bloquistas, renovadores comunistas e independentes, participaram três deputadas do PS - Teresa Portugal, Eugénia Alho e Júlia Caré - e outros militantes socialistas como Pedro Baptista José Neves, um fundador do partido.

O deputado e ex-candidato presidencial assistiu ao debate moderado pelo ex-presidente da FENPROF Paulo Sucena, mas não interveio.

António Avelãs fez a defesa da avaliação dos professores e de uma diferenciação entre eles, admitindo que muitos são bons, outras "acima da média" e outros ainda "abaixo da média".

A distinção deve ser feita, mas "não através desta forma idiota, entre professores titulares e outros", afirmou o professor e sindicalista no debate em que se ouviram críticas, como o de Jorge Martins, um professor do Porto, "militante do PS", contra a politização do processo de avaliação.

"Há quem pense que os professores não podem ser avaliados, mas isso é um suicídio político", afirmou o dirigente da FENPROF António Avelãs.

Jorge Martins contestou os argumentos do Governo do partido em que votou para contestar a ideia "falsa" de que "não existe avaliação" dos professores, "não estava era regulamentada".

E fez um apelo para que o executivo "aceite ouvir tudo", incluindo o Estatuto da Carreira Docente, e "ouvir os professores sem reservas mentais".

Tal como os outros intervenientes, como Licínio Lima, a deputada bloquista Cecília Honório ou o professor universitário, recusou "uma certa ideia de gestão empresarial das escolas".

Na parte do debate, houve alguns intervenientes que defenderam a revogação das leis contestadas, como o estatuto, ou que criticaram o governo socialista de José Sócrates, prometendo nunca mais votar no PS "nem que o regime seja de partido único".

Ao mesmo tempo, decorria num auditório da Faculdade de Letras um debate sobre economia.

O fórum das esquerdas prolonga-se pela tarde, com três painéis (trabalho, cidades e saúde) e é encerrado com as intervenções de e Manuel Alegre, Ana Drago, deputada do Bloco, e a professora Maria Rosário

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sábado, 13 de dezembro de 2008

apologia do cego


O Correio da Manhã noticiou quinta-feira que na apresentação do plano de combate à SIDA nas escolas, no Centro Nacional de Cultura, em que estavam presentes as duas ministras, um jornalista da RTP tentou questionar a ministra da Educação sobre os protestos dos professores.

Segundo o diário, Ana Jorge reagiu à pergunta, dirigindo-se ao jornalista: «O quê? O senhor não sabe o que está combinado? Que hoje só pode fazer perguntas sobre esta cerimónia e sobre o plano de combate à SIDA nas escolas? Ainda por cima é a RTP, a televisão pública, a fazer uma coisa destas. E, depois, logo à noite, não sai a reportagem».

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

select+copy and paste...(do paulo guinote)



.... A raiva incontida na generalidade dos docentes torna irrelevante quem está a representá-los, desde que os represente bem. A raiva incontida dos docentes dirige-se contra políticas erradas e os pequenos protagonistas que as desenvolvem, a quem não reconhecemos o mérito ou a competência para nos darem lições de ética profissional ou moral política, muito menos em matérias de avaliação.

E talvez seja aí que esteja a razão da evidente animosidade que José Sócrates dirige aos professores. Ele sabe o que nós sabemos. Ele sabe o que nós pensamos. Ele sabe como o encaramos. E não nos perdoa isso. E este braço de ferro - tal como com Maria de Lurdes Rodrigues - já ultrapassou a dimensão política há muito.

Trata-se, neste momento, de um mero desforço pessoal, usando para isso o aparato do Estado. José Sócrates gosta de banqueiros, de empresários, do homo tecnologicus, mas arrepanha-se-lhe tudo se lhe falarem de um professor, daqueles normais, pessoa com qualificação superior que dedicou a sua vida profissional a transmitir conhecimentos aos mais jovens, de formas mais ou menos convencionais, que tem brio no seu trabalho, que quer que os seus alunos se esforcem, que gosta de ver esse trabalho retribuído com os resultados desses mesmos alunos, mas sem truques estatísticos, que não recebe trabalhos por fax tecnológico em papel timbrado. Um modelo de professor que parecerá anacrónico. Detestável mesmo. Que urge extinguir. Castigar. eliminar. Trocando-o por um mero generalista, com formação bolonhesa, proletarizado, sem autonomia crítica. Dependente dos mails da DGRHE para saber que fazer. Cordato. Manso. Temeroso. Orgulhoso do seu 6º Armani, para usar os termos de um comentador aqui do Umbigo. Incapaz de ver para além das aparências.

Esse é professor ideal para qualquer regime que queira impor-se sem resistências, usando para isso o sistema de ensino.

José Sócrates não precisa de comprar a paz social, escorado na sua maioria absoluta de deputados cordatos, não da Nação, mas do Partido, à boa e velha moda estalinista. José Sócrates apenas precisa de comprar a paz com os banqueiros. A bem do futuro profissional de alguns dos seus ministros e de uma campanha eleitoral desafogada.

E tenta que os outros confundam isso com coragem, quando apenas se limita a ser forte com os fracos e fraco com os fortes.

O resto é aquilo que tecnicamente se designa, em Sociologia Avançada, por treta.

mal formados? bem pagos? carreira facil??papo para o ar??

o outro lado da barricada


Comentários
Esta cambada e "GERAÇÃO RASCA" ja se estava a preparar para boicotar os exames,mas o supremo ja veio dizer que tem de haver serviços minimos para os exames...

Acho que o governo tem de efectivamente endurecer nas medidas a tOmar para evitar os desacatos...

QUEM NÃO QUER SUJEITAR-SE AS REGRAS

DE QUEM LHE COMPETE ESTABELECE-LAS

TEM BOM REMÉDIO, PROCURE OUTRA EMPREGO

Muito bem Legis, já vi que anda bem informado(ª)esta que já foi chamada, no tempo que eram estudantes, de "GERAÇÃO RASCA" ao que estou a ver agora já se estão a preparar para recuar e podem ter a certeza de que nao se vão libar de serem chamados de "GERAÇÃO COBARDE".
Mário Nogueira não consegue entender que não é da competência dos sindicatos , mas apenas do governo,apresentar soluções.
Aos sindicatos compete apenas sugerir propostas, que podem ser ou não aceites.
A não aceitação das propostas dos sindicatos nunca é motivo para greve,apenas a perda de direitos é.
Direitos nunca são privilégios em relação aos restantes trabalhadores.

Quais são os direitos que os sindicatos acham que os professores perderam e que originou este conflito?


O Sr. Mário Nogueira a falar de arrogancia dos outros intervenientes parece anedota! Como técnica negocial, exigir a suspensão da avaliação como condição de negociaçõ, parece-nos irrealista, impraticável e politicamente impróprio!
Os Sindicatos acordaram com o Ministério a constituição de uma Comissão Mista para acompanhamento da avaliação, acordo que resolveram.
Não seria mais curial se os Sindicatos apresentassem propostas de simplificação, de adaptação, de alterações do sistema de avaliação?
Pugnar pela suspensão parece-nos inadequado e politicamente insustentável!
Há uns tempos, os Sindicatos prometeram apresentar uma proposta alternativa mas, onde está ela?
Abandonar negociações com inflexibilidade e arrogancia porque a outra parte não se rendeu, não´será a melhor forma de defender os interesses dos professores.
Havendo noticia de que a avaliação está a funcionar, em algumas escolas, sem problemas de maior, não será um desmentido à impossibilidade de efectivar a mesma?
Sabemos que é dificil conseguir o justo equilibrio intre o que se diz e o que se quer dizer mas, Sr. Mário Nogueira, seja mais humilde porque, em negociação, a arrogancia é má conselheira!
OS PORTUGUESES JÁ PERCEBERAM O QUE OS PROFESSORES QUEREM:
- CONTINUAR A GANHAR $$ SEM MUITO ESFORÇO, E POR ISSO HÁ QUE "DERRUBAR" A AVALIAÇÃO. E OS CAMELOS DOS PORTUGUESES QUE PAGAM IMPOSTOS QUE CONTINUEM A ALIMENTAR ESTES SENHORES.
EXISTE ALGUM TRABALHOR AINDA EM PORTUGAL QUE NÃO SEJA AVALIADO?
uns estão a favor outros contra a avaliação dos professores.
eu acho muita falta de caracter dos propios é serem opostos e fartarem-se de dizer mal do NOGUEIRA PORQUE SÃO DA DIREITA,MAS COMO SEMPRE E COBARDEMENTE APOIAM-SE NELE PARA FAZER CHEGAR A BRASA A SUA SARDINHA.
(APEZAR DE DIZER QUE NÃO)
A proposta que a Plataforma Sindical vai levar amanhã para a reunião com o ME é a de auto avaliação pelos próprios professores validada pelo Conselho Pedagógigo.

Qual a diferença para o que sempre tem acontecido desde o 25 de Abril ?
Algo está podre na nossa sociedade- Pasme-se ver a IGREJA ou quem a representa a alto nivel a pactuar com o COMUNISTA Nogueira. Ao que chegámos.
"Legis" vai chamar cambada a quem te fez (e mal).
Atenção: não sou professor mas respeito e reconheço a sua condição e a sua missão: ajudar a educar jovens para que não sejam uns INUTEIS como este "Legis" e companhia que andam por aí sem eira nem beira a mandar umas bocas a soldo dos XUXAS da treta.
Este Mário Nogueira, que vá lá para a CDU e que deixe as pessoas em paz. Admiro-me os professores que são pessoas com alguma formação, irem na bebida dele!
Esta cambada ja se estava a preparar para boicotar os exames,mas os supremo ja veio dizer que tem de haver serviços minimos para os exames...

Acho que o governo tem de efectivamente endurecer nas medidas a tumar para evitar os desacatos...

QUEM NÃO QUER SUJEITAR-SE AS REGRAS

DE QUEM LHE COMPETE ESTABELECE-LAS

TEM BOM REMÉDIO, PROCURE OUTRA EMPREGO....






Ja cheira mal esta historia dos professores...

Cumpra-se a lei

Quem não o fizer processos disciplinares ...

e rua...


cambada, quem julgam que sao para não cumprirem a lei...